segunda-feira, 8 de março de 2010

Obras: Desrespeito à Qualidade de Vida

Muitos são os moradores incomodados com a quantidade de construções em andamento e as que se iniciam aqui no nosso bairro. Elas são realizadas sem qualquer preocupação com o sossego, a mobilidade, a segurança e a saúde (física e psicológica) de quem já mora no Santo Agostinho.
Estamos literalmente morando num canteiro de obras. As irregularidades são muitas, entre elas descarregamento de máquinas pesadas durante a madrugada, sujeira das vias públicas, interrupções do trânsito, paradas de caminhões em fila dupla e detritos jogados na rede fluvial. O período de chuvas agrava ainda mais o efeito de tanto descaso.
Para termos uma idéia do tamanho do problema, só nas ruas Matias Cardoso e Ouro Preto estão em andamento oito obras. A obra da Rua Felipe dos Santos já foi objeto de nossa intervenção, sem lograrmos o pretendido naquela ocasião. O impacto no trânsito será insuportável se nada for feito em relação ao assunto.
Com o forte propósito de defender os interesses do bairro e a qualidade de vida dos moradores, convidamos a todos para participar de reunião sobre o tema. Na oportunidade estaremos contando com os advogados Dra. Paula Cristina Barros Santos Lúcio - OAB/MG 58.069 e Dr. Maximiniano Pompein Pessoa - OAB/MG 24.709, moradores do bairro, que gentilmente se ofereceram para avaliar possíveis alternativas de ação judicial contra a Prefeitura de Belo Horizonte.
Contamos com a presença de todos.
André Gontijo - Presidente da AMAGOST
Data: 09/03/2010
Hora de início: 19h
Hora de término: 20h
LOCAL: Rua Matias Cardoso, 268 – Ed. Marajoara

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Todos sofrem com o Trânsito

Basta morar em Belo Horizonte para sofrer com o trânsito de veículos. Seja motorista ou usuário de ônibus, o cidadão costuma passar horas preso nos engarrafamentos.
Se ainda não chegamos aos níveis alarmantes da cidade de São Paulo, fato é que nossa capital está aquém de centros como Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro no que diz respeito ao transporte público.
Enquanto o metrô não passa da condição de sonho à realidade que ajudaria bastante o fluxo de pessoas, cabe aos cidadãos belo-horizontinos lidar da melhor maneira possível com os famosos gargalos do trânsito.

O Santo Agostinho é, infelizmente, possuidor de alguns deles. O bairro é cortado por grandes avenidas e possui ruas de tráfego intenso, de maneira que é, dentre os bairros residenciais, um dos que mais recebe veículos por dia. As avenidas do Contorno, Olegário Maciel e Amazonas,que delimitam o bairro, vivem sob risco de acientes que, além de causar danos às vidas e aos bolsos dos envolvidos, acarretam mais transtornos aos usuários.

Mas no interior do bairro a situação também preocupa. Nos horários de pico, há dificuldades de locomoção na região da Praça Carlos Chagas (ruas Rodrigues Caldas e Araguari; Av. Álvares Cabral desde a Av. Raja Gabáglia). Da mesma maneira, é moroso chegar à av. Amazonas utilizando a Rua Paracatu.
A AMAGOST, como representante dos moradores do Santo Agostinho, não poderia ficar alheia à gravidade do assunto. Desta maneira, tem agido em prol da melhoria do trânsito: promoveu Caminhada com a BHTRANS, na qual foram analisados pontos críticos do bairro, e tem mantido reuniões e contatos frequentes com a entidade que controla o trânsito.
A promessa de que uma rotatória seria instalada na esquina entre as ruas Rodrigues Caldas e Ouro Preto ainda em 2009 foi cumprida pela BHTRANS. O quarteirão da Rodrigues Caldas entre Ouro Preto e Araguari teve mudança de direção: deixou de ser mão dupla, passando a ser obrigatória a mão no sentido Assembleia.
Até por ser moradores do Santo Agostinho, os membros da AMAGOST estão constantemente atentos ao dia-a-dia do trânsito no bairro. Mas as opiniões dos moradores, diretamente interessados nas possíveis e necessárias melhorias, são de suma importância.