Basta morar em Belo Horizonte para sofrer com o trânsito de veículos. Seja motorista ou usuário de ônibus, o cidadão costuma passar horas preso nos engarrafamentos.
Se ainda não chegamos aos níveis alarmantes da cidade de São Paulo, fato é que nossa capital está aquém de centros como Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro no que diz respeito ao transporte público.
Enquanto o metrô não passa da condição de sonho à realidade que ajudaria bastante o fluxo de pessoas, cabe aos cidadãos belo-horizontinos lidar da melhor maneira possível com os famosos gargalos do trânsito.
O Santo Agostinho é, infelizmente, possuidor de alguns deles. O bairro é cortado por grandes avenidas e possui ruas de tráfego intenso, de maneira que é, dentre os bairros residenciais, um dos que mais recebe veículos por dia. As avenidas do Contorno, Olegário Maciel e Amazonas,que delimitam o bairro, vivem sob risco de acientes que, além de causar danos às vidas e aos bolsos dos envolvidos, acarretam mais transtornos aos usuários.
Mas no interior do bairro a situação também preocupa. Nos horários de pico, há dificuldades de locomoção na região da Praça Carlos Chagas (ruas Rodrigues Caldas e Araguari; Av. Álvares Cabral desde a Av. Raja Gabáglia). Da mesma maneira, é moroso chegar à av. Amazonas utilizando a Rua Paracatu.
A AMAGOST, como representante dos moradores do Santo Agostinho, não poderia ficar alheia à gravidade do assunto. Desta maneira, tem agido em prol da melhoria do trânsito: promoveu Caminhada com a BHTRANS, na qual foram analisados pontos críticos do bairro, e tem mantido reuniões e contatos frequentes com a entidade que controla o trânsito.
A promessa de que uma rotatória seria instalada na esquina entre as ruas Rodrigues Caldas e Ouro Preto ainda em 2009 foi cumprida pela BHTRANS. O quarteirão da Rodrigues Caldas entre Ouro Preto e Araguari teve mudança de direção: deixou de ser mão dupla, passando a ser obrigatória a mão no sentido Assembleia.
Até por ser moradores do Santo Agostinho, os membros da AMAGOST estão constantemente atentos ao dia-a-dia do trânsito no bairro. Mas as opiniões dos moradores, diretamente interessados nas possíveis e necessárias melhorias, são de suma importância.